Essa semana tive que decidir qual contraceptivo vou usar a partir de agora. A minha menstruação está precisando de uma regulada, o fluxo anda fora do normal e durando mais de 7 dias. Estava um pouco inquieta porque havia escutado um montão de coisas sobre a pílula (que não funciona mais depois da cirurgia) e a injeção (que engorda). Confusa até não poder mais e com plena consciência de3 que uma gravidez agora me traria sérias consequências, fui investigar. Achei no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica a resposta a minha dúvida: "É aconselhado que se evite o uso do anticoncepcional oral nos dois primeiros anos após a cirurgia bariátrica. A distribuição de hormônios fica comprometida nesse período e, por isso, esse método deixar de ser eficaz."
Então procurei o meu médico e falei com ele, não só sobre isso mas também sobre o fato que havia feito a cirurgia com o objetivo de eliminar o excesso de peso, e além de evitar uma gravidez não planejada eu não queria engordar ou parar de emagrecer. Então ele me prescreveu um contraceptivo em adesivo de uso semanal. A caixa vem com 3 adesivos anticoncepcionais e seu uso é muito simples. A cada semana você troca um adesivo, se no final da terceira semana você decidir que não quer menstruar você segue com o uso do adesivo na quarta semana. Se você optar por menstruar você deixa de usar o adesivo por uma semana, voltando a usá-lo na semana subsequente.
O problema desde adesivo é que ele é caro, custa em torno de 55 reais, além de só ter eficácia total em pacientes com menos de 90 quilos. A favor dele tem o fato que ele não retém líquidos e o seu emagrecimento não fica comprometido.
Pesando os prós e contras eu me decidi por ele porque o injetável me deixou com medo de engordar, a pílula foi descartada, e só camisinha eu não confio. Vou tentar este e ver como meu corpo vai se adaptar.

